Olá senhor deus ,
Nem sei que são os amigos meus ,
Sobrou a lembrança de um sorriso drogado ,
Um ser eu imerso no inesperado acabado ,
Tentando recomeçar ,
Em meio a multidão se entrelaçar ,
Mas perece em mim o vento ,
Cada vez mais em aumento ,
Pensei em tentar fugir ,
Deste afogamento emergir ,
Mas a maré me leva pra distante ,
Fazendo uma falta de ar constante ,
Tentei até ser mais contente ,
Mas o que me sobra é este repente ,
Escrever tentando melhorar ,
Por um motivo maior colaborar ,
Sendo um eterno atendente dos desejos alheios ,
Discorrendo na imensidão de um teclado sem freios .
Nenhum comentário:
Postar um comentário