domingo, 2 de fevereiro de 2014

Com sentires expostos produzindo ornamentos

O clarão sem qualquer nuvem de algodão , 
Provoca uma iluminação por toda terra e sua imensidão , 
Vem a mim como a luz em minha ideia , 
Fazendo em meu ser da imaginação a estréia , 
Como se fosse tudo inédito , 
Agindo de modo ousado e intrépido , 
Chego aonde quero , 
Suprimi o que espero , 
Faz de mim um servo e um monsenhor , 
Mas ainda respeito do céu o senhor , 
Em meio a todo dia a dia , 
Penso na vivência sadia , 
Buscando encontrar onde está ela , 
Aquela doce , linda e bela , 
Mas só encontro um grande vazio , 
Por fora calor , mas no coração o frio , 
Tentando achar um modo de chamar a atenção , 
A tudo que é do mal fazendo retenção , 
Deixei as lutas para me dedicar a expressão , 
E ignoro e me desvio de qualquer ato de pressão , 
Tento ser comedido , 
Do passado arrependido , 
É uma reação ao destino , 
Pois tenho um predestino ,
Sei como o mundo gira ,
E o sol todo se vira ,
Mas nada sou sem teu carinho ,
Rodeado de pessoas me sinto sozinho ,
Procurando onde está meu caminho ,
Parece que é mais verde o gramado do vizinho ,
Mas tenho uma certeza ,
Que em minha dúvida e sua beleza ,
Estaremos juntos em algum momento ,
Mesmo pensando em lamento ,
Espero um dia merecer o firmamento ,
Com sentires expostos produzindo ornamentos .  

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