Sempre á procura de um pequeno retalho de comida ,
Vão pelas ruas sem dono ou ordem ,
Vivem em condições de vida absolutamente descabida ,
Em sua natureza tudo podem .
Coloridos , libertos e perdidos ,
Se alinham em seus matilhos ,
Pra lá e pra cá vão sem parar ,
Pra correr e pra brincar .
Confusos , solitarios e sobreviventes ,
Mesmo apesar de tudo contentes .
A cada dia nasce mais uma prole ,
Dos caninos da metrópole .
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