Sinto o fim bater na garganta ,
Como um choro contido de criança ,
Que no arrepio se espanta ,
E isolado o sentimento alcança ,
Um patamar de solidão ,
Uma estranha sensação . . .
Excluído da sociedade ,
Por de ti a saudade ,
Aquelas noites te procurando ,
Triste vou ficando ,
Tentando achar um modo de te achar ,
Sem ter como te encontrar .
Errando continuamente sem você ao lado ,
Pensando em um modo de conter o sentir vazado ,
Que me faz pensar em você á todo instante ,
tendo que aguentar muito e bastante ,
Pensando em algo que te impressione ,
Esperando que o sentimento estabilize me condicione .
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