Por dentro uma sensibilidade ,
Por fora uma imparcialidade ,
Sem teto fixo ou nação ,
Sinto uma sútil sensação ,
Que me encosta na mureta ,
Preocupando - me com do destino a ampulheta .
De respeito ao alheio ,
Um modo de equilibrio no meio ,
De ser honesto ao máximo ,
E de me sentir menos péssimo .
De meus prazeres a fricção ,
A máquina de comoção .
Minha energia me dá condição ,
Quando quente e em ebulição ,
Atinge o auge minha emoção ,
A máquina de comoção .
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