domingo, 5 de setembro de 2010

Há lagrimas no fundo profundo de cada lagoa .

O choro seco dá um nó na garganta ,
Me fazendo entrar em um melancolico mantra ,
E tentar ao céu subir ,
Mas antes cair ,
No profundo abismo ,
E no coração um abalo sismico .

O choro seco dá um nó na garganta ,
Faz crescer uma sufocada planta ,
Dentro de um sentir intruso ,
Que torna meu interior obtuso ,
Que me faz me baixar em mágoas ,
Em que há minhas lágrimas em todas as lagoas .

O choro seco dá um nó na garganta ,
Minha voz saí e em um súbito canta ,
A canção que para longe minha alma voa ,
Há lagrimas no fundo profundo de cada lagoa.

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