Eles me entreolham de longe ,
Eu quieto como monge ,
Nada posso fazer com tal comportamento ,
Que me leva simplesmente ao acostamento ,
Ao canto mórbido da alma ,
Me deixando na calma ,
Os carros , caminhões , motos e motocicletas ,
Fazendo - me de conclusões incorretas .
Passam com seus motores barulhentos ,
Me deixando em totais descontentos ,
Meu interior fica em salva ,
Me deixando na calma ,
Sem os sons ao redor ,
talvez eu teria pouco equilibrio ,
E nunca teria a dor ,
Que me deixasse calmo e hibrido .
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