Por alguns segundos,
Achei que o mundo havia mudado,
Mas os becos continuam imundos,
E toda a obra do bem inacabado.
Olho para o tempo anterior,
E me recolho em instropecção no interior,
E vejo falhas no destino,
Talvez eu não tenha culpa de nada,
E seja mesmo inocência este olhar de menino,
E que algo me empurre toda vez que tente subir de camada,
Levando-me a algo que nunca exista,
E sendo tarde demais,
Nunca resolva mesmo que eu persista,
Tendo uma má impressão como jamais.
As ruas me ensinaram muito,
A cada minuto,
Mas o que mais aprendi,
Foi quando caí em si,
E vi que nem tudo depende de mim,
E que o ser humano é obcecado pelo fim,
Trazendo ansiedade e depressão,
Restando a perplexa expressão.
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