Desentrando no mundo ,
Um jeito de ser uma não-consciência ,
De um jeito profundo ,
Viver sem estar na tendência .
Olho nos olhos da dor ,
Esta forma de não ser amor ,
E vejo que há um jeito de mudar isso ,
Falar a verdade sem ser omisso .
Uma questão da última oportunidade ,
De já ter provado o fim ,
E se desligar da prudência e vaidade ,
Um meio de não ser apenas sobre mim .
Todos tem direitos ,
E eu também ,
Até os seres imperfeitos ,
Podem ser alguém .
Cabe de tudo ,
O córtex é profundo ,
Um poço de sabedoria absurdo ,
Desentrando no mundo .
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