Cada um tem sua casa ,
Sua morada ,
O tempo só atrasa ,
E a noite sempre é tão calada .
Eu moro neste corpo ,
Um corpo feito de alucinação ,
Onde os problemas estão no topo ,
A única coisa que é real é o coração .
Tudo há dentro ,
Traz agitação ,
E se me desconcentro ,
Só resta falta de respiração .
Frágil como toda natureza ,
Sofre com exceção a beleza ,
Resta e sobra incerteza ,
Sobrevive com muita destreza .
Queria que vivesse mais , ser imortal ,
Como o corpo é finito , coisa e tal ,
O vício de como a vida está é tentador ,
Há dois mil e vinte e quatro anos imortalizava-se o amor .
Nenhum comentário:
Postar um comentário