Seres de hábitos noturnos ,
Com suas vestimentas escuras ,
E seus longos coturnos ,
Ancestrais de gerações futuras .
Seres femininos de hábitos noturnos ,
Em seus habitats soturnos ,
Com seus vestidos rendados ,
Com seus saltos calçados .
Seres do luar ,
A flutuar ,
Quase voam para o infinito ,
Jamais houve vespertino tão bonito .
Feras da escuridão ,
Formam uma multidão ,
Uma tropa de seus iguais ,
Seres inesquecíveis e imorais .
Unidos por um só propósito ,
Em seu terreno obscuro e inóspito ,
A maldade para longe foi-te ,
Comunidades da noite .
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