quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Mandando preces pelo vento

De volta a minha cidade natal ,
Recebendo um calor humano e vital ,
Sei que tenho responsabilidades ,
E que devo fazer valer a pena a saudade ,
Continuo tentando sobreviver ,
Com o que é do bem conviver ,
Encontro lugares e hábitos que gosto ,
Sem teorias , sei fazer e mostro ,
Mas de vez em quando as preliminares fazem falta ,
E meu objetivo permanece na escala alta ,
Tenho de agradar o outro esporadicamente ,
E ás vezes tudo é ao meu jeito , modo e forma ,
Tenho muitas idéias vivas em meu consciente ,
Meu coração se acalma e se conforma ,
Quanto mais paz melhor ,
Transformando o espaço ao redor ,
Vivendo somando poentes ,
Desejos em amores cientes .
A garoa me acorda ,
Nesta tarde que transborda ,
O espirito da tarde me aborda ,
E com suas dicas , meu ser concorda ,
Sei o quanto devo a este mundo ,
Mas ele permanece em sono profundo .
O gigante chamado cidade ,
Vem se envolver com minha identidade ,
Parte do que sou existe ,
E a união é serena e persiste ,
Acredito no reinado firmamento ,
Mandando preces pelo vento .

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