terça-feira, 29 de setembro de 2015

Espinhos e rosas caminho .

A noite começa ,
Das feras noturnas a peça ,
Um teatro de solidão e amargura ,
Continuando sem saber ,
Até quando dura ,
A realidade a não me caber ,
Fiz muito , recebi o devido ,
Perdido e condicionado a este amor bandido ,
Falta , abstinência e saudade ,
Reflito o que é maldade ,
Quem ama e odeia é ser humano ,
Mas estou entre e razão e o insano ,
Uma dupla personalidade ,
Traumas e anomalias da amabilidade .

Já pensei em continuar fugindo ,
Dos planos do criador ,
Mas a paz está vindo ,
E me livrará da dor .
No silêncio de um cansaço em dispersão ,
Um ser tenta maquiar sua expressão ,
Há vários modos de vida ,
E a morte a cada dia me convida ,
Mas deixo o comodismo de lado ,
Observo o inimigo , permaneço calado ,
Sei que há um caminho ,
Junto ou sozinho ,
Mas prefiro pela sabedoria ,
Uma verdade que neguei ,
E que me queria ,
Mas agora eu sei . . .

Entre a vida e o vinho ,
Entre espinhos e rosas caminho ,

Nenhum comentário:

Postar um comentário