Um cidadão em uma foto contente ,
Condicionado a cigarro e repente ,
Na escola da vida um eterno repetente ,
Declarações polêmicas ,
Histórias acadêmicas ,
Rimas para um futuro perfeito ,
Viver a verdade é o meu conceito ,
No breu opaco me deito ,
A escuridão astral e seu efeito ,
Vejo pela janela da alma ,
A ilusão que transcende o trauma ,
Um derrotado e a economia como troféu ,
Esperando nesta escuridão racional uma luz do céu ,
Quero apenas poder seguir um rumo sem me sentir controlado ,
Quero ouvir o coração do universo meditando calado ,
Penso no fato de tratar todos bem ,
Para esta corrente chegar um certo alguém ,
Minha paz sabe de quem falo ,
Aquela que amo até o talo ,
Desejo voltar a ter contato ,
Com aquela que desordena meu tato ,
Provocando meus sentidos ,
Transformando fatos em desmentidos ,
Me leva para um mundo de bondade viciante ,
Me devolve um sentimento antes distante ,
Une realidade com bem estável ,
Me mostra um caminho afável ,
Me diz sobre a possibilidade de amar ,
No canto de uma chuva solitária vem me chamar :
" As vezes no silêncio o temporal ,
Aonde as gotas fazem seu coral ,
O vento sopra com moral ,
O frio é de um transparente coloral ,
A saudade bate no peito ,
O amor é doente e nunca está direito ,
As cantigas tristes são referência ,
Uma falta de juízo na consciência ,
Mesmo sem qualquer estudo aprofundado ,
Permaneço ciente do meu presente estado . "
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