quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Mar adentro

A chuva vem despertar minha inspiração ,
Ressuscitando um pobre e louco coração ,
Venho de onde tudo é normal ,
Até loucura é tratada de modo formal ,
Já tentei voltar , vir e ficar ,
Mas tudo tem seu tempo e intensificar ,
O ar condicionado vem esfriar minha mente ,
Tento ser igual ,
De textos rebeldes um jovem delinquente ,
Me decidir afinal ,
Mas só me restou esquecer ,
Automaticamente ,
Todo dia o primeiro amanhecer ,
Fantasticamente ,
Até o relógio anda em círculos ,
Quem sou eu pra andar reto ,
Meu estilo é de detalhes minúsculos ,
E fumo muito e direto ,
Talvez ela nunca volte ,
E minha  esperança se derrote ,
Mas sempre resta um valor ,
Para o cardio ter calor ,
Existe vários meios de sobreviver ,
Continuar ,Seguir e viver ,
Prefiro fazer uma vez bem feito ,
Do que  fazer várias vezes ,
Se tiver um conselho eu aceito ,
Me poupa erros de até meses ,
Tem dias que tudo some do meu entendimento ,
Um instante parece bater recorde no quesito lento ,
Mas no fundo sei a verdade ,
Guardar segredo preserva a puberdade ,
Tento ser transparente ,
A todas as opções aderente ,
Conservando ser ajuizado ,
Rezando pra ser lembrado ,
A paz do céu é inigualável ,
E tudo que é divino é palpável ,
Acredito no poder da calma ,
A fé que me move vem de dentro ,
Guardo os valores da alma ,
Me envolvendo e indo mar adentro .







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