O meu pensamento como a vespertina ,
A fumaça da minha mão sobe como cortina ,
As poucas luzes iluminam o caminho ,
Meu ser rumo a lugar nenhum sozinho ,
Vi as minhas esquisitices virar texto ,
Para me manter bem escrever é o pretexto ,
Lembro do cheiro do antes ,
Longos olhares distantes ,
Viajo em onde está meu amor ,
E do peito um rouco clamor ,
Um vento de arrepiar a espinha ,
Neste frio doloroso meu ser cozinha ,
A neblina sai de minha mão ,
Resta de você a sensação ,
Reservando um lugar no cardio pra quando chegar ,
Um modo de viver mais e poder sossegar ,
Me recordo de quando me acordava de manhã ,
Perdido , estranho e de mente pouco sã .
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