A dor no peito ,
Do imenso preconceito ,
Surge sem avisar ,
Vem me visitar ,
Um passado ruim a revisar ,
Não há como exitar ,
Tento apagar ,
Num leve tragar ,
Mas surge sem pensar ,
Tento com plugue compensar ,
Mas me devora ,
A toda hora ,
Me leva aos becos e vãos de sujeira ,
E minha vida se divide , deixa de ser inteira ,
O tempo e seus ponteiros dando voltas até meu fim ,
Nunca mais o dias será completo no fim das contas pra mim ,
Vejo como deixei tudo me conduzir ,
Estou pequeno ,
Em um estado que defino como reduzir ,
Um instante nada ameno ,
Percebo que o mundo quer minha cabeça ,
E não é nenhuma força que ser humano algum conheça ,
Apenas eu em minha forma estranha conheço ,
Em batalhas com forças desconhecidas eu anoiteço .
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