domingo, 11 de dezembro de 2011

Tão pouco se sente como lá .

Tentando me livrar do vicio do prazer ,
Buscando minha inocência resgatar e trazer ,
Mas no fundo de meu espiríto ainda resta o querer ,
È a vontade que embolorou e quer de novo renascer ,
Que conseguirei reaver meu passado estou a a crer ,
E poderei novamente em bondade e verdade nascer :

" A neblina com o vento a me refrescar ,
Que o dia está bom no ar estou a pescar ,
As coisas são como são ,
Basta um pouco de aceitação ,
O mundo é de meu cardio a extenssão ,
Faz de mim instrumento de criação ,
Podendo refazer a verdade esquecida ,
lembrar daquela manhã amanhecida ,
E poder colocar tudo no lugar ,
Ao simplesmente me plugar ,
Mesmo querendo sair do mundo do papel ,
um dia almejando alcançar o céu ,
Fazendo meus versos e escritos em cartel ,
Estando sempre vagando sozinho e ao léu ,
sabendo que em algum instante a vida se encerra ,
Tendo a certeza que há meu lugar especial na terra ,
Chorando com olhos vermelhos cor de caqui ,
Tentando afastar a sentimentalidade má ,
'Sei que os sentimentos que sinto aqui ,
Tão pouco se sente como lá .'"

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