quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Eu escolho como será meu fim .

Minha função é descrever ,
Sobre a realidade escrever ,
Dizer o tudo em um só verso ,
Cada linha resumir o universo ,
Me desliguei das ilusões ,
E em mim fiz fusões ,
Aprendi a lidar com o que tenho ,
E quando há sentimentos demais ,
Apenas paro e faço um desenho ,
Agradeço pór ter aos meus pais ,
Mas agora cresci e tenho meu espaço ,
Produzo o quanto posso entrelaço ,
Me afasto do que abaixa minha atuo - estima ,
E esqueço o quanto a vida e seu desafio me intima ,
Apenas faço minha vontade ,
Abraçando a inegável verdade ,
De que na emoção apenas existe bondade ,
Falando do coração em sinceridade ,
Quem sempre me ajudou fui eu ,
Fingindo acreditar e escondendo ser ateu ,
O receio de ser discriminado ,
Vivendo um pensamento subliminado ,
No fundo só desejo o bem ,
Afinal tenho desejos ,
Já sou um alguém ,
Ignoro os gracejos ,
Queria viver escrevendo eternamente ,
De minhas atitudes estou consciente ,
São vários sintomas bons ,
Que em meus versos dão os tons ,
Mas no fundo nada seria sem saber ,
E é uma dádiva tentar a ponderação caber ,
Abandono tudo por mim ,
Eu escolho como será meu fim .

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