Em uma tarde nublada ,
As nuvens ameaçam chover ,
Minha íris molhada ,
Quase me imprede de ver ,
O amargo insiste em meu lábio ,
Quem dera eu fosse um sábio :
" Procurando o centro do meu universo ,
Tentando resumir o que sinto em um verso ,
Me fortalecendo no pensar distante ,
Mais sem sair do lugar em um constante ,
As estrelas de meu céu interior ,
Me guiam a um poder superior ,
Brilhando minha luz pude apagar a vela do sofrimento ,
Vivendo de meus próprios recursos no momento ,
Planando sem qualquer razão ,
Ao terno dando á devida vazão ,
Seguindo minha verdade intima ,
Sabendo sobre minha história legítima . "
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