Vejo que tentei,
Ser do bem,
Já não sei,
Quem é este alguém,
A quem olho no espelho,
Partes de mim espalhadas no firmamento,
Sangrando no luar vermelho,
Um doente sentimento.
A falsidade no ar,
Já não tenho validade,
Ódio no olhar,
Pura maldade.
Sinto dores em tudo,
Pensei ser sortudo,
Mas era sorte de principiante,
Uma ilusão constante.
A vida é uma montanha russa,
Umas rodas gigantes,
Mesmo que este ódio eu cuspa ou tussa,
As dores são padrões constantes.
É tão difícil falar,
Lágrimas da lua no ar.
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