segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Lágrimas da lua no ar

Vejo que tentei, 
Ser do bem, 
Já não sei, 
Quem é este alguém, 
A quem olho no espelho, 
Partes de mim espalhadas no firmamento, 
Sangrando no luar vermelho, 
Um doente sentimento.
A falsidade no ar, 
Já não tenho validade, 
Ódio no olhar, 
Pura maldade. 
Sinto dores em tudo, 
Pensei ser sortudo, 
Mas era sorte de principiante, 
Uma ilusão constante.
A vida é uma montanha russa, 
Umas rodas gigantes, 
Mesmo que este ódio eu cuspa ou tussa, 
As dores são padrões constantes.
É tão difícil falar, 
Lágrimas da lua no ar.

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