O peso dos meus erros ,
Diluídos nesta carcaça ,
Minhas veias coronárias são aterros ,
Carregados pela ancestralidade de minha raça .
Em certos períodos sentindo culpa ,
Para ver pouco preciso de uma lupa ,
Grandes como a altura do firmamento ,
Posso fugir pela razão ,
Mas estará visível pelo sentimento ,
Mistérios do coração .
Posso ver tudo no mundo ,
Mas só meu interior é profundo ,
Embebido em um caldo depressivo ,
Já fui procrastinador , já fui omissivo ,
Hoje sou ninguém ,
Vou bem ,
Obrigado ,
Com o céu e o inferno de cada lado ,
Um pouco de solidão ,
Seguindo rumo a imensidão .
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