Outono de dois mil e vinte cinco ,
O vento sopra gelado ,
Se me chocar com algo eu trinco ,
Tudo ao redor parece estar armado .
Época de festa junina ,
A vida passa , o mundo ensina ,
Ao cair da noite escrevo ,
Numa tragada eu fervo .
Pensei em muitas coisas neste dia ,
Fugiu o que me aturdia ,
Fugindo de tudo que causa saudade ,
Mais um que se entorpece da cidade .
Nunca quis ser melhor ,
Apenas me superar ,
Com o mínimo ao redor ,
Nunca consegui de verdade esperar .
No quartinho do quintal ,
Escapando do grande mal ,
Caso precisar , te aviso .
Devaneios de improviso .
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