Por vias impossíveis de meu ser ,
Por estados invisíveis de meus sentidos ,
Algo dentro veio falecer ,
Desejos e sonhos antigos .
Posso provar do sabor de continuar ,
Sem ao menos poder ser premiado ,
É como poder voar ,
Sem ninguém para apreciar ao lado .
Nas entrelinhas das atitudes ,
A falta de cuidado ,
É como ter virtudes ,
Mas nunca ser amado .
Percebo ,
Quando gosto de alguém ,
Concebo ,
O fato de não ser ninguém .
O cotidiano , o dia-a-dia ,
Procuro calma ,
Para somar a sabedoria ,
Por vielas de minha alma .
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