Em noites como essas ,
As estrelas brilham sem finitude ,
As escuridões são espessas ,
E em sua infinitude pouco há concretude ,
É de uma forma nova ,
Admira quem com o olhar prova .
Vejo no encalço do tapete estrelado ,
Que abrilhanta de todo lado ,
E faz da noite um lugar aconchegante ,
Um verdadeiro show elegante ,
Um pedaço do paraíso ,
Em sua versão escura ,
A vespertina é um sorriso ,
A alma mais pura .
Sigo ,
Sem olhar para trás ,
Consigo ,
Acompanhar o que o vento traz .
É de um embelezar descontrolado ,
Versões do céu estrelado .
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