Quando anoiteceu ,
Pude sentir seu lábio ,
Tocar o meu ,
Uma alegria sem contagem contábil .
Uma neblina , um nevoeiro ,
Pensando em você ,
O tempo inteiro ,
Uma imagem da madrugada até o amanhecer .
Lembrei de como dizia meu nome ,
Uma lembrança que consome ,
Faz de mim escravo do platonismo ,
Sem expiração e sem cair no mesmismo .
Pela janela da lembrança ,
Acredito haver esperança ,
Foi apenas algumas vezes ,
Eu sei ,
Te querendo nestes últimos meses ,
Eu sei .
O vento vem encantar ,
Sem meio de cantar ,
A lua canta pra mim ,
Através do som ambiente ,
Até a noite ter fim ,
Até o sono inconsciente .
Jamais esqueço aquele olhar ,
Color e incolor , no mesmo estado ,
Brilhante e vivo como o mar ,
O objetivo sempre foi ter amado .
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