Hei de todo luar ,
Tentar um reinicio ,
Já é impossível amar ,
Quando a solidão é um vicio .
Em todo tempo lunar ,
Hei de tentar um recomeço ,
Um impulso para iluminar ,
Mas o bem já pouco reconheço .
Na hora da lua ,
Tento representar ,
Mas a mente flutua ,
Em bem e estar .
No momento enluarado ,
Tento recomeçar ,
E sempre o vento alado ,
Sugestiona-me a expressar .
No instante em que a lua aparece ,
Hei de tentar voar ,
Mas a vida já pouco me reconhece ,
Apenas noite e luar .
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