O censo e a racionalidade ,
Já em prazo de validade ,
Azedam na geladeira da razão ,
Junto a emoção ,
Servida no fogão ,
Por qualquer mão .
O prato de sensibilidade ,
Junto aos talheres da saudade ,
Viram o almoço do nobre ,
A ostentação do pobre .
A verdade ,
E a sinceridade ,
Trazem a esperança ,
Um estranho vazio ,
Onde a vingança ,
É servida em um prato frio .
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