Do ventre da mãe terra ,
Renasce o menino rimador ,
Longe de ódio ou guerra ,
Só quer semear o amor .
Por entre as amarras do destino ,
Velho , homem , menino ,
Ele cruza a linha do inimaginável ,
Seu templo vital amável .
Por tudo que passou ,
Pelo tanto que amou ,
Evoluiu e cresceu ,
O pensamento amanheceu .
Nas encruzilhadas da vida ,
Na descida e na subida ,
Na entrada e na saída ,
No geral , o poema lida .
Em busca de um sentimento indolor ,
Com vida e de valor ,
Encontro no peito calor ,
Amores do menino rimador .
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