Na balada de uma noite solitária ,
A saudade age e é incendiária ,
Queima meu corpo ,
Queima minha alma ,
Enfraquece o coro ,
Afasta a calma .
No baile da noite silenciosa ,
Todos em seus cantos ,
Vivendo isolados de uma realidade amorosa ,
Só restam prantos ,
E um punhado de falta ,
Estou aqui , escrevendo com música alta .
No bordel mais santo que há ,
Procuro onde está ,
Minha flor do deserto ,
Meu querer incerto ,
Como um contente enterro ,
Sempre há , uma margem de erro .
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