A brisa de uma noite quente ,
Rimas de um repente ,
Transitam pela mente ,
Constroem o inconsciente ,
Torna hábil e decente ,
O ócio contente .
Essas vespertinas ,
Onde abrem as cortinas ,
Posso sentir poetas mortos ,
Seus ideais incertos e tortos ,
Tramitam pelo ar ,
Faz calar ,
Aquele que julga ,
Fugir é a saída ,
Longe dos julgadores , vale a fuga ,
Em mais uma dessas coisas da vida .
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