A água do olhar ,
Impregna no peito ,
O destino vem chacoalhar ,
Para que tudo ande direito .
Vejo nas placas ,
O que é desnecessário ,
Pensativo pacas ,
Trancado como em um aquário .
Em uma redoma ,
Uma prisão de vidro ,
Como a um coma ,
Pior que isto , duvido .
Vejo nesta cortina de imagens ,
Sinto tateando as desvantagens ,
Ouço várias imaginações e viagens ,
Degusto o gosto da derrota ,
Cheiro aromas de várias linhagens ,
Percebo que em algum momento saí da rota .
Que o mundo e seus problemas em mim não descontem ,
Que as verdades não me desmontem ,
Que os astros não me desapontem ,
Refletindo sobre a insônia de ontem .
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