Numa chuva de verão ,
Bate forte o coração ,
Caminha por campo desconhecido a alma ,
A brisa úmida cura e acalma ,
E vejo que há uma esperança ,
Além de toda lembrança :
" Crio expectativas ,
Latentes e vivas ,
Sobre voltar ,
A ficar ,
Sob a lua valsar ,
E intensificar ,
Perceber a relação ,
Beijar sob o movimento da translação ,
Viajar para tão distante ,
Onde haja só nós dois ,
Onde não haja depois ,
Apenas hoje e agora ,
E esta lua que namora .
Me diga que também quer ,
E sejamos felizes ,
Aceito o que vier ,
E aconselho as diretrizes ,
O mundo sem você ,
É tão sozinho ,
O bem há de vence ,
Sigo o caminho " .
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