Viverei me culpando ,
Por tudo o que aconteceu ,
Por não ter , e estar amando ,
Um ser que não é meu .
O horizonte sangra ,
O vento é um mantra ,
É vermelho ,
O reflexo no espelho .
Vejo nas entrelinhas do destino ,
Nós nos distanciando ,
Corpo de homem , alma de menino ,
Mil anos de pecados me castigando .
Vejo nos últimos recados ,
Meus segredos dissecados ,
A queda iminente ,
O choro descontente .
A verdade é uma doce mentira ,
Enquanto minha paz se atira ,
Em um mar de conforto ,
O real parece cada vez mais torto .
Meus erros estão no ar ,
Insisto em não respirar ,
Me resguardo neste exposto diário ,
Por tudo o que aconteceu ,
Por não ter , e estar amando ,
Um ser que não é meu .
O horizonte sangra ,
O vento é um mantra ,
É vermelho ,
O reflexo no espelho .
Vejo nas entrelinhas do destino ,
Nós nos distanciando ,
Corpo de homem , alma de menino ,
Mil anos de pecados me castigando .
Vejo nos últimos recados ,
Meus segredos dissecados ,
A queda iminente ,
O choro descontente .
A verdade é uma doce mentira ,
Enquanto minha paz se atira ,
Em um mar de conforto ,
O real parece cada vez mais torto .
Meus erros estão no ar ,
Insisto em não respirar ,
Me resguardo neste exposto diário ,
Madrugadas de um garoto solitário .
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