A lágrima do céu vem lavar meu espírito ,
Penar por um tempo foi o veredito ,
Sou dono apenas de minha liberdade poética ,
E amo uma garota e suas canções frenéticas ,
Escrevo o que restou do aspirar a escritor ,
Meu senso um pouco abalado porém seletor ,
Encontrar o sentimento pleno é meu dever ,
Mas que ficaria de molho um tempo pouco pude prever ,
A cada dia quero mais a ver ,
Sem estar por perto mas a viver,
Um destino sofrido ,
Mas ainda me sobra ser franco ,
Um firmamento incolorido ,
Um jardim preto e branco ,
Um emocionar transparecido ,
Um luar anoitecido ,
Várias vezes me encontro descontrolado ,
Sou um paranóico , estranho e desmiolado ,
Podia ter evitado quando tinha fé ,
Ficar com ela da cabeça ao pé
Agir com mais integridade ,
Mas me torna fraco a saudade ,
Me afasto para não contaminar os outros ,
Eu e minha insanidade ,
A cada dia aprendendo a lidar com demônios e monstros ,
Conhecendo a base da paciência ,
Acredito em vários modos de exercer minha cidadania ,
Uma delas é juntar religião e ciência ,
Minhas verdades conscientes e sentimentos em companhia .
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