Sem falar nada ,
Na silenciosa camada ,
Olho ao redor e o único barulho que ouço é do fone ,
Meu ser sempre atento porém insone ,
Meus super poderes acabaram ,
E relações ao profundo me levaram ,
O que resta é este ser e seus escritos ,
Um teclado , uma tela e uns ritos ,
Hoje a tarde está morna ,
Espero o amor que nunca retorna ,
Neste domingo sem sentido ,
Meu ser aos textos foi vendido ,
Em meu torno nada parece funcionar direito ,
E guardo o sentimento que resta no peito ,
Amo ser quem sou ,
Um alguém que amou ,
Uma fagulha de fé e esperança ,
Que em rimas e versos se lança ,
Em meu interior já muchou aquele buquê ,
Em um dia comum e normal esperando você ,
Procurando onde perdi meu atêncio ,
Meditando e refletindo em como decifrar o silêncio .
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