domingo, 24 de novembro de 2013

Decifrar o silêncio

Sem falar nada , 
Na silenciosa camada , 
Olho ao redor e o único barulho que ouço é do fone , 
Meu ser sempre atento porém insone , 
Meus super poderes acabaram , 
E relações ao profundo me levaram , 
O que resta é este ser e seus escritos , 
Um teclado , uma tela e uns ritos , 
Hoje a tarde está morna , 
Espero o amor que nunca retorna , 
Neste domingo sem sentido , 
Meu ser aos textos foi vendido , 
Em meu torno nada parece funcionar direito , 
E guardo o sentimento que resta no peito , 
Amo ser quem sou , 
Um alguém que amou , 
Uma fagulha de fé e esperança ,
Que em rimas e versos se lança ,
Em meu interior já muchou aquele buquê ,
Em um dia comum e normal esperando você , 
Procurando onde perdi meu atêncio , 
Meditando e refletindo em como decifrar o silêncio . 

Nenhum comentário:

Postar um comentário