sexta-feira, 22 de abril de 2011

Equilíbrio sutil e medial .

Eu percebo como eu tenho de mudar ,
E em minha recuperação me ajudar ,
Eu tenho de dar o primeiro passo ,
Seguir da vida o movimento e compasso ,
Nenhum lugar , pessoal ou hábito me ajuda ,
Quando eu desejo com vontade o mundo muda ,
O meu mundo interior ,
Na qual apenas considero como valor ,
Fazendo o prosseguir posterior ,
Aqui dentro formando um sadio calor ,
Enquanto os outros se divertem em demasia ,
Indo pra casa fui formando uma nova poesia ,
Isto pra mim é importante ,
E me faz feliz o bastante ,
E sinto quando alguém esta mal intencionado ,
Sem qualquer vinculo ou conversa ter mencionado ,
E muitas das vezes choro ,
E em meu versejar pioro ,
Queria apenas escrever coisas bonitas ,
Mas até as verdades são tão pouco infinitas ,
Sempre há algo a dar um choque de realidade ,
Fazendo meu dia ruim diante desta parcialidade ,
Me sinto um sobrevivente de uma nação perdida ,
Que se encontra em uma solidão aguçada ,
Por lembranças de decepções passadas a emoção pendida ,
E uma intelectualidade mista e fuçada ,
Me surpreendendo a cada momento que passa ,
Fazendo sem sentido me envolver com a massa ,
Quero ter liberdade de ser individual ,
Em um equilíbrio sutil e medial .

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